sexta-feira, 8 de julho de 2011

LUTAR FAZ BEM À SAÚDE

Recorrer a alguma atividade física é uma boa alternativa para extravasar as emoções e driblar o estresse diário. Atualmente, vem aumentando o número de pessoas que recorrem aos chutes, socos e chaves-de-braço para manter o equilíbrio. Como? Praticando lutas e artes marciais em academias especializadas, por exemplo.

As lutas trazem grandes benefícios para a saúde, entre os quais agilidade, reflexo e coordenação.
"Antes de fazer a matrícula em alguma aula de luta, seja ela qual for, informe-se sobre a prática, as necessidades físicas para o estilo escolhido e, claro, passe por uma avaliação médica, com consulta e exame como o eletrocardiograma", aconselha o dr. Mário Sérgio Rossi Vieira, fisiatra e médico do esporte do Einstein.
Além disso, a pessoa deve procurar orientação de um profissional que saberá dosar o nível e a frequência com que deve ser praticada a atividade.
O ideal é praticar a atividade física pelo menos três vezes por semana e, se a intenção é levar a luta como um esporte de competição, complemente o treino com exercício de reforço, como corrida e aquecimento, para que os músculos fiquem mais fortalecidos e alongados. Para os que querem praticar lutas por lazer, a própria atividade já proporciona os fatores de condicionamento físico.
Em toda atividade física é necessário fazer alongamento antes e depois da prática, principalmente no início, para aquecer a musculatura, que sofrerá estímulos durante o exercício, e no final, para descansar os músculos.
Como as lutas são atividades que exigem contato físico, os riscos de contusões ou estiramento muscular durante os treinos podem ser maiores se o alongamento for deixado de lado.

Conheça algumas dessas lutas e seus benefícios

Judô e Jiu-jítsu

São divididas em níveis de habilidade e anos de prática, diferenciadas por uma faixa colorida no quimono (a roupa típica utilizada para lutar). As duas modalidades proporcionam coordenação motora, agilidade de movimentos, força, alongamento muscular, condicionamento físico e cardiovascular. São realizadas por meio de golpes que desequilibram ou imobilizam o adversário; portanto, é preciso ter cuidado para evitar lesões.

Caratê, Kung-fu e Tae kwon do

Também são divididas em níveis por uma faixa colorida no quimono. Auxiliam o condicionamento físico e cardiovascular, trabalham a coordenação motora, a agilidade de movimentos, a força e o alongamento muscular por meio de golpes com vários tipos de socos, chutes, imobilização das articulações, sem contato total com o adversário. Nas lutas dos praticantes mais graduados é permitido contato maior e é obrigatório o uso de equipamentos de proteção como luvas, caneleiras e capacetes, que protegem o corpo de traumatismos nas mãos, nos pés e no rosto.

Boxe e Kick boxing

Nessas modalidades, os equipamentos de proteção são indispensáveis, protegendo o corpo do contato direto com o adversário em áreas sensíveis como cabeça, pescoço e virilhas. O trabalho muscular é bastante intenso, o que torna a musculatura resistente e fortalecida. Além disso, como necessitam de rapidez para se esquivar de golpes, os benefícios se estendem ao condicionamento aeróbico e garantem mais agilidade. A cautela e a ajuda de profissionais qualificados para o treinamento são fundamentais para a segurança do praticante.

Capoeira

É a única luta que se pratica ao som de música de berimbau e ladainhas cantadas pelos integrantes da roda de capoeira. Os atletas se distinguem pelo uso de cordões coloridos que sinalizam o grau de habilidade no esporte. A prática desenvolve a coordenação motora, a flexibilidade articular e o condicionamento cardiovascular.

Disciplina e ritual

Os praticantes dessas atividades devem ter consciência de que as lutas devem ser usadas apenas como forma de defesa. "A luta é uma forma de melhorar o comportamento e lapidar o caráter. É uma maneira de disciplinar o ser humano", diz o dr. Mário Sérgio. Não existe idade certa para começar a praticar, e os benefícios se manifestam inclusive nas crianças. Com 5 ou 6 anos de idade, a luta, além do objetivo de disciplinar e proporcionar condicionamento físico, serve também como fator lúdico, em que o pequeno poderá aprender enquanto brinca.
Poucos sabem a diferença entre as lutas e as artes marciais. Ambas exigem contato físico, concentração, rapidez e agilidade. Mas observa-se que as artes marciais são históricas e possuem códigos de ética e de conduta que beneficiam também o comportamento do atleta.
Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein

sábado, 2 de julho de 2011

EXERCÍCIOS FÍSICOS: PRATIQUE COM MODERAÇÃO

Overtraining: o excesso de exercícios, cada vez mais frequente entre o público das academias, pode colocar em risco a saúde

A busca pelo corpo perfeito parece não ter fim. Para garantir horas a mais de treino, muita gente até corta o tempo de sono e da alimentação. Quem adota essas medidas acha que está no caminho para um corpo escultural. Não é verdade. Essa é a receita do overtraining – ou excesso de treino – um mal que acarreta danos físicos e psicológicos.
Antes restrito aos atletas de elite, que treinam de forma intensa por fazer do esporte sua profissão, o overtraining é cada vez mais comum entre o público que frequenta academias, especialmente com a chegada do verão. Também os praticantes de corridas de rua, ciclismo, futebol ou qualquer outra atividade realizada com regularidade estão expostos aos riscos que o excesso de treino pode trazer.

 “A atividade física é essencial para a vida saudável, mas em excesso torna-se perigosa e pode ocasionar lesões sérias, que impedem a continuidade da prática”, afirma Márcio Marega, fisioterapeuta e responsável pelo Projeto Anti-Sedentarismo doEinstein.
De olho nos sintomas
Todo treinamento requer descanso para que o corpo recupere as energias. Ao pular os dias de pausa, o corpo não consegue se recuperar e, com isso, vem o desgaste. Entre as consequências desse exagero para o organismo está perda de apetite, de peso e de massa muscular, insônia, cansaço, irritação, queda no rendimento de qualquer atividade, sobretudo dos exercícios, disfunções hormonais, depressão, ansiedade e, mais frequentemente, lesões nos joelhos, tendões e ligamentos.
O sistema imunológico também é afetado, deixando o atleta mais suscetível à infecção por vírus e bactérias. Por isso, outro dos sintomas do overtraining é o resfriado constante, que prejudica ainda mais o rendimento nos treinos.
Segundo Marega, a melhor forma de desconfiar de casos deovertraining é prestar atenção no próprio corpo. “Se você está sentindo dor, há alguma coisa errada. Provavelmente o corpo dói porque seus limites não estão sendo respeitados. Isso não significa ganho com os treinos, mas prejuízo para a saúde” ressalta.
Ao se reconhecer nessa situação é preciso procurar um médico para verificar se há lesões sérias, que necessitem de fisioterapia, ou se o respeito aos dias de descanso e uma mudança temporária de atividades mais vigorosas para mais leves podem ajudar na recuperação.
Regularidade e bom senso
Seja qual for o objetivo do treino – competir, deixar de ser sedentário, perder peso ou melhorar o condicionamento cardiovascular – é importante levar a sério os dias de descanso. Embora cada tipo de treinamento tenha ritmo e intensidade específicos, todos têm pelo menos um dia estipulado para pausa.
 “Para complementar os dias de treino e descanso, alimentação equilibrada e boas noites de sono são essenciais. Só com essas atitudes é possível obter os resultados esperados com a prática”, ressalta o fisioterapeuta.
O acompanhamento de um profissional especializado em treinamento é uma forma de garantir que a atividade física seja feita de maneira segura e saudável. “O treinador elabora exercícios sob medida e acompanha o desempenho do atleta, o que garante segurança e bons resultados para o treino”, explica Marega.
Outro ponto fundamental é realizar uma avaliação médica antes de começar qualquer atividade física, para assegurar que está tudo bem com a saúde.
Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein

quarta-feira, 22 de junho de 2011

ACADEMIA NA EMPRESA - Sinônimo de Maior Produtividade

A atividade física, quando levada em uma empresa, proporciona muito mais disposição para o trabalho, seja ele físico ou mental, tornando mais toleráveis situações como stress, pressão, desgaste mental, entre outros, através da liberação de substâncias químicas que o próprio corpo produz quando se exercita de forma adequada e coerente. 

Os exercícios devem ser escolhidos de acordo com a disponibilidade, perfil e necessidade da empresa em comum acordo com seus colaboradores. Algumas modalidades ajudam e muito a oxigenar mais o cérebro e o corpo, dando uma sensação prazerosa e revigorante, deixando-o pronto e mais disposto para o dia a dia.

Um colaborador com mais disposição tem melhor rendimento no trabalho, produz mais, pensa melhor, raciocina mais rápido, além de estar mais motivado para suas tarefas profissionais na empresa; sem contar o fato de não adoecer frequentemente, evitando assim faltas por motivo de saúde, o que reflete em prejuízo para a empresa com a ausência do mesmo.

Fonte:www.exercitandosaude.com.br
Colaboração: Tarcisio Campestrin, CREF 7281/SP 

quinta-feira, 26 de maio de 2011

HIPOTIREOIDISMO

HIPOTIREOIDISMO: OITO DÚVIDAS SOBRE A DOENÇA DA TIREOIDE
ELA NÃO TEM CURA, MAS TRATAMENTO GARANTE QUALIDADE DE VIDA DO PACIENTE
                                            
De acordo com os resultados recentes do censo IBGE 2010, as doenças endócrinas, como diabetes, obesidade e disfunções na tireoide respondem pela segunda causa que mais mata mulheres no país (7,8%), atrás apenas das doenças cardiovasculares. A tireoide é uma glândula endócrina que existe para harmonizar o funcionamento do organismo. Localizada no pescoço, é responsável pela produção de dois hormônios o T3 (tri-iodotironina) e o T4 (tiroxina), que estimulam o metabolismo e interferem no desempenho de órgãos como coração e rins, chegando a alterar o ciclo menstrual.

Por toda essa importância, a glândula tireoide precisa estar em perfeita ordem. Quando isso não acontece, o próprio corpo dá o alerta. Os tipos mais comuns de disfunção da tireoide são:

1. hipertireoidismo (liberação de hormônios em excesso, que aceleram muito o metabolismo);

2. 
hipotireoidismo (a glândula libera o T3 e o T4 em menor quantidade do que o necessário). No segundo caso e mais comum, o hipotireoidismo, os sintomas mais frequentes são desânimo, cansaço, sonolência, pele seca, inchaço dos olhos, lentidão física e mental. A doença costuma atingir vários membros de uma mesma família. Porém, o diagnóstico nem sempre é fácil, pois os sintomas podem ser atribuídos a outras doenças que se manifestam de forma semelhante, como depressão e anemia. A seguir, a endocrinologista Laura Ward, da Unicamp, esclarece oito dúvidas mais comuns sobre o hipotireoidismo. 

1. Os sintomas podem ser identificados com clareza?
Os sintomas, infelizmente, são pouco específicos e se instalam lentamente, o que pode confundir as pessoas. Além disso, podem atingir vários órgãos, pois a tireoide é importante para regular o funcionamento de alguns sistemas do corpo, como cardiovascular, gástrico e nervoso. São: sentir frio, mesmo quando a temperatura não está baixa; desânimo; falta de interesse de todos os tipos, incluindo interesse para atividades corriqueiras ou prazerosas; lentidão de fala, de pensamento e de batimentos cardíacos; problemas no intestino (constipação, prisão de ventre), lentidão de reflexos; pele ressecada; cabelos e unhas quebradiços.  

2. Por que o hipotireoidismo ocorre mais em mulheres e se manifesta predominantemente a partir de certa idade?
Não se sabe com exatidão por que o distúrbio afeta, mais mulheres, porém acredita-se que um dos fatores de maior incidência, na fase da menopausa, da doença de Hashimoto ou tireoidite crônica, doença autoimune da tireóide em que o corpo produz anticorpos que atacam à tireóide, fazendo deste distúrbio a principal causa do hipotireoidismo. Durante o climatério, período em que as doenças autoimunes são mais frequentes, é possível que o metabolismo de hormônios, como estrógeno, esteja produzindo fatores desencadeantes para doenças autoimunes, entre as quais a doença de Hashimoto. 
3. Como saber se estou no grupo de risco da doença?
São fatores de risco para o hipotireoidismo: a existência de outras doenças autoimunes (lúpus, artrite reumatoide, vitiligo, diabetes de tipo 1), a presença de bócio (aumento de volume da tireoide) e a existência de doença de tireoide na família. 
4. Quais exames costumam ser feitos para o diagnóstico? 
Eles devem ser feitos periodicamente? O exame mais comum para identificar os níveis dos hormônios da tireoide chama-se dosagem de TSH sérico. Recomenda-se que todas as pessoas acima de 60 anos realizem uma dosagem de TSH anual e que mulheres, particularmente aquelas que apresentam fatores de risco, dosem o TSH a partir dos 30 anos. Além disso, gestantes também devem realizar o exame periodicamente.  
5. O hipotireoidismo tem cura? 
Não existe uma cura definitiva para a doença, mas o controle pode fazer com que o paciente leve uma vida normal. O tratamento mais comum é feito com reposição hormonal, geralmente com hormônio sintético da tireoide, em geral, na forma de comprimido, que deve ser tomado diariamente pelo resto da vida. Mas vale o alerta: se estiver com falta ou excesso de medicação pode aparecer os sintomas opostos, de hipertireoidismo. Os mais comuns são: agitação física e mental, insônia, irritação e perda de peso. 

6. Quais são as possíveis consequências mais graves, se não houver tratamento? 
A falta do hormônio tireoidiano pode levar ao coma mixedematoso, que é quando o paciente tem queda da temperatura corporal e ocorre a lentidão de todas as funções do organismo. Isso acarreta uma fragilização do sistema imune, facilitando a instalação de outras doenças, como pneumonia e infecções. O hipotireoidismo também pode afetar de forma importante o coração e os ossos, por isso é importante seguir o tratamento prescrito pelo médico.  
7. O hipotireoidismo provoca aumento de peso?
Existe uma relação complexa entre as doenças da tireoide, o peso corporal e o metabolismo. Os hormônios tireoidianos também regulam o metabolismo, e a taxa metabólica basal também pode diminuir na maioria dos pacientes com hipotireoidismo, devido à baixa nos hormônios. No entanto, esse ganho de peso é menor e menos dramático do que o ocorre nos pacientes com hipertireoidismo.  

8. O que é essencial para controlar o hipotireoidismo?
Se o paciente estiver com a medicação ajustada adequadamente, sua rotina não será muito afetada. A recomendação é a mesma válida para pessoas sem a doença, que é seguir hábitos de vida saudáveis. É fundamental manter uma alimentação equilibrada, rica em vegetais e frutas. Também é essencial praticar exercícios físicos regulares para a manutenção do peso para afastar a obesidade e seus efeitos negativos, como hipertensão, diabetes, aumento do colesterol e problemas cardiorrespiratórios. Não há grandes restrições em relação às atividades físicas, mas antes de começar a se exercitar o paciente deve sempre consultar seu médico. 

domingo, 15 de maio de 2011

ASMÁTICOS PRECISAM CONTROLAR DOENÇA PARA TER BENEFICIOS COM ESPORTES

Atividades físicas melhoram condicionamento, mas exigem dedicação ao tratamento

A prática de atividades físicas pode ser benéfica para os portadores de asma, mesmo que eles sintam mais dificuldades para praticar esportes. Mas é preciso que eles sigam uma condição: manter o tratamento contínuo da doença.
A pediatra Zuleid Dantas Linhares Mattar, presidente do Conselho dos Programas de Asma e Rinite (COPAR), afirma que existe um mito de que a criança asmática precisa ser super protegida.
- Quando o clima não está bom, alguns pais não saem de casa, o que pode ser pior, por causa de um possível contato com pó, ácaros, etc. Às vezes é melhor sair.
Não existe nenhuma contraindicação a esportes. O importante é "tomar a medicação de forma certa", diz Zuleid.
- O esporte é benéfico porque melhora todo o condicionamento físico do paciente.
Para a coordenadora do Ambulatório de Asma da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Lilian Ballini Caetano, o asmático não é privado de fazer esporte, "o único problema é que ele tem que estar clinicamente controlado para poder realizar as atividades".
- Esportes ajudam e a natação é a modalidade mais completa. Mas muitos asmáticos acreditam que esse esporte cura a asma, o que não é verdade. O paciente precisa ter a doença controlada para conseguir um desempenho melhor na natação.
O controle é feito com medicação anti-inflamatória, que previnem as inflamações alérgicas que provocam as crises. Mas, além do controle, é preciso ter cautela com as condições em que se pratica o esporte. No caso da natação, Zuleid afirma que uma piscina com cloro ou extremamente aquecida (que pode causar choque térmico) é uma fonte de crise asmática.
- O cloro é irritante da via aérea, por isso é melhor procurar uma piscina aberta ou salinizada.
O maior inimigo da asma, contudo, continua sendo o cigarro, segundo Zuleid.
- Aliás, ele é o vilão de muitas doenças.

Crises no esporte e medicação
Como a pratica de esportes depende do controle da doença, o acesso aos medicamentos deve ser amplo, segundo o médico alergista Flavio Sano, diretor da Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatologia.
- Por isso é importante o governo distribuir essa medicação, que é caríssima. Com esse acesso, melhora a condição do paciente, que controla mais a doença e vive normalmente.
Alguns pacientes podem apresentar asma por causa dos exercícios. Isso ocorre quando um esforço desencadeia uma crise asmática. Segundo Sano, esses casos estão mais relacionados com exercícios de alta demanda aeróbica, como corrida e ciclismo.
- O paciente controlado dificilmente entra em crise pelo exercício. Porém, quando ele apresenta a crise, a medicação indicada são os broncodilatadores.
fonte:www.midianews.com.br

segunda-feira, 18 de abril de 2011

PARTICIPE DA CORRIDA E CAMINHADA GRAACC

Já estão abertas as inscrições para a 11ª edição da Corrida e Caminhada GRAACC - Combatendo e Vencendo o Câncer Infantil.
Este ano, o evento tem como madrinha a atriz Paloma Bernardi e acontece no dia 8 de maio. Toda a arrecadação com as inscrições será revertida para o GRAACC. O objetivo da ação é também mobilizar e conscientizar a sociedade sobre a importância do diagnóstico precoce da doença e contribuir com as obras de expansão do Instituto de Oncologia Pediátrica, hospital administrado pelo GRAACC em parceria técnica-científica com a Unifesp - Universidade Federal de São Paulo.
Contando com distâncias de 10 km (corrida) e 3,1 km (caminhada), a prova acontece no dia das mães tornando-se uma ótima oportunidade de comemorar a data de uma forma diferente atrelando saúde, qualidade de vida e ação social.
Ambas as distâncias largam às 8h na av. Pedro Álvares Cabral com chegada na região da Assembléia Legislativa. A arena será montada no estacionamento da Assembléia Legislativa.
Todos os participantes ganham um kit corredor, com camiseta, número de peito e chip da prova, e os cinco primeiros colocados, nas categorias masculino e feminino, ganham troféu. Também haverá uma premiação especial para as mães, as primeiras primeiras colocadas levarão troféus para casa.

domingo, 10 de abril de 2011

Caminhada ou Corrida: o que o paciente diabético deve saber

Estudos descrevem benefícios da caminhada diária para a promoção da saúde, tanto para pessoas saudáveis como para pessoas com doenças crônicas degenerativas, tais como hipertensão arterial, diabetes, obesidade, reumatismo, osteoporose, câncer, entre outras. Eles destacam a queima de caloria, redução do nível de glicose, diminuição da resistência à insulina, aumento do bem-estar, da circulação do sangue, da massa óssea, a melhora do condicionamento físico, da respiração e a sociabilização; tudo isso contribui, também, para uma boa noite de sono.


A caminhada é considerada um exercício físico simples, com baixo custo, apresenta benefícios à saúde e é recomendada para a população em geral, não havendo, na maioria das vezes, contra-indicação.

A princípio, os portadores de diabetes, tanto do tipo 1 como do 2, não têm restrições para a prática de caminhada, porém devem tomar cuidados com os pés para evitar aparecimento de ferimentos que apresentem dificuldade de cicatrização. Devido a redução da sensibilidade de sentir dor e pressão sobre os pés, torna-se fácil para o diabético desenvolver calos de pressão, lesar a pele, os ossos, as articulações e os músculos, acidentalmente. Outro fato a que devemos ficar bem atentos, principalmente para os diabéticos do tipo 1 que pretendem fazer caminhadas longas, é o teste de glicemia, que possibilita conhecer os níveis de glicemia durante o percurso, avaliando a eficiência do plano alimentar, da medicação oral e principalmente da administração de insulina, assim como orientar as mudanças no tratamento, previamente discutidas com o médico.

A prática regular de caminhada é uma importante forma de tratamento para os diabéticos, pois tem demonstrado ser eficiente na melhora da sensibilidade à insulina, da tolerância à glicose e no controle glicêmico desses pacientes, além de promover melhora na circulação sanguínea, diminuindo a incidência de neuropatias periféricas. Os benefícios da corrida em relação à saúde são semelhantes ao da caminhada, mantendo suas devidas proporções. Por exemplo, se você pesa 70 kg em 1 hora de corrida você irá queimar em média 500 calorias e na caminhada, em média 300 calorias, ou seja, os benefícios cardiovasculares, na prática, aparecem mais rapidamente.

Porém, a corrida é mais eletiva e não é indicada para o público em geral, por solicitar mais o sistema cardiovascular, neuro-hormonal e músculo-esquelético. O praticante precisa estar bem preparado, avaliado e se tiver qualquer doença crônico degenerativa deverá avaliar os riscos e benefícios da corrida. Pacientes com diabetes do tipo 1 são recomendados a reduzir sua insulina pré corrida para melhor preservar a concentração da glicose no sangue e combater o risco de hipoglicemia, durante e após a corrida.

Independente do que o diabético queira praticar, ele deverá passar por avaliação clínica com cardiologista, endocrinologista e um ortopedista, antes de iniciar um programa de condicionamento físico e procurar orientação de um educador físico especializado para adequar o programa aos objetivos do iniciante.

Autor

Guilherme Veiga Guimarães
Pós Doutorado UNIFESP

IHRSA 2010

Aconteceu em São Paulo o maior encontro de negócios em fitness e bem-estar da América Latina.
Nos dias 2,3 e 4 de setembro de 2010.
Mais informações acesse http://www.fitnessbrasil.com.br/

RUNNING SHOW

Aconteceu em São Paulo a Running Show 2010 de 29 de julho a 01 de agosto.
Quer ver as reportagens, fotos e videos do evento acesse o site http://www.runningshow.com.br/

V CONGRESSO ATIVIDADES DE AVENTURA

Aconteceu em SBC o V Congresso Brasileiro de Atividades de Aventura, para maiores informações acesse:
http://www.congressocbaa.com.br/
Eu estive lá vejam as fotos da oficina de Montain Board http://amsesporteaventura.blogspot.com/